Nosso blog está sendo comentado. Sensacional!
Recebi na semana passada a sugestão de darmos continuidade ao blog, mesmo depois da finalização do trabalho. Gostei da sugestão...
Vou propor ao grupo.
Abraços,
Adriana Ferreira
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
terça-feira, 24 de novembro de 2009
“Você ouvindo rádio? Quem diria...”
Tudo nasceu de uma parceria entre uma empresa de telefonia e um grupo que tinha uma concessão de rádio que não rendia frutos. E a idéia deu certo. Oferecer programação diferenciada, entretenimento e uma cara ousada ao velho e bom rádio. Além de sintonizar a rádio Oi FM, na freqüência 93,9, o usuário consegue votar nas músicas preferidas, dedicar canções aos amigos e até mesmo receber alertas antes das músicas tocarem.
Além das inúmeras possibilidades interativas da rádio, que nasceu em Belo Horizonte há alguns anos no último andar do shopping Pátio Savassi, a programação é recheada de músicas de qualidade de todos os estilos. Arte, curiosidades, notícias de bastidores, culinária e o mundo dos esportes fazem parte também da receita que atinge em sua maioria a galera jovem, mas também adultos que careciam de uma batida diferente nas ondas do rádio.
Na Oi FM quase tudo é possível. Resgatar, na íntegra, programas que foram ao ar, ouvir as músicas que entraram para a história e como ouvinte, escolher a minha seqüência predileta. Como diz um slogan da rádio: “Só na Oi é assim”. E é mesmo. Interatividade, novidade e o tempero certo só a rádio do Grupo Bel tem feito.
Além de todas as mudanças realizadas pela Oi FM, é possível perceber que todo o fazer midiático foi remodelado com a existência de novas possibilidades, tanto tecnológicas como mercadológicas. Hoje, já não se ouve rádio só no aparelho de som. Em apenas um clique ou no máximo dois, você ouve a música que está no ar, opina sobre ela e ainda pede bis. Simples assim!
Lívia Farnese
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Imagem e Telejornais
Partindo de uma experiência particular, ocorrida na última semana, resolvi analisar o uso discursivo das imagens dos telejornais.
A profusão e o bombardeamento de imagens a partir da possibilidade de sua reprodutibilidade técnica geraram um “esvaziamento” de sentido e uma necessidade premente da “captura” da audiência através de usos discursivos de imagens e de técnicas que visam a identificação e aproximação.
Tais “técnicas” são incorporadas aos dispositivos, via de regra intencionalmente, gerando processos e fluxos que aproximam e garantem identificação, validando as mensagens e enunciados.
A TV, tomando-se como objeto empírico os telejornais, utiliza-se de discursos “codificados” nas imagens proferidas para produzir uma aproximação com o interlocutor, suas vivências e sua cultura.
A partir da utilização semiótica de cores, planos, ângulos, cenários e elementos para noticiar, criam-se experiências fruidoras e, por vezes, estéticas, a partir das pequenas crises do cotidiano, propiciando uma circulação cada vez maior dos enunciados.
A maioria dos telejornais utiliza o azul como cor de fundo. Mais do que, num primeiro momento, facilitar a aplicabilidade técnica de imagens sobre o fundo, trabalha no subconsciente a idéia de verdade na “notícia” proferida. Uma vez que a cor, conforme explicita Luciano Guimarães, no livro “As cores na mídia”, “carrega” o sentido celeste que nos encobre a cabeça e jamais cairá sobre nós, o céu enquanto divindade, a casa de Deus, a verdade suprema.
Em comparação, há um telejornal que traz no seu fundo o vermelho na tentativa de identificação não apenas com a mineiridade traduzida a partir do signo “bandeira”, mas correspondente a linha editorial trabalhada pelo telejornal, ancorada na ambigüidade de “notícias” puras, singelas, emocionais e enunciados mórbidos, grotescos, sensacionalistas, calcados na sublimação.
Os planos gerais aproximam a audiência da prática da produção da notícia, na medida em que denotam o trabalho das redações e a função da ancoragem como resultado da produção. Da mesma forma, os planos mais fechados (americano, close), colocam olhos nos olhos, âncora e telespectador e transportam a figura do apresentador para o sofá ou a sala de estar.
As coberturas de guerras, batidas policiais e eventos “de ação” sempre trazem, não fortuitamente, ângulos oblíquos “tradutores” da intempestividade e profusão psicológica vivida.
Com a crescente utilização de portais de notícias e ferramentas, noticiosas ou não, na web, os telejornais têm incorporado elementos imagéticos discursivos típicos do meio internet em seus cenários e elementos utilizados para “tradução” ou “simplificação” da notícia.
Cenários com cores berrantes e desenhos arquitetônicos futuristas que se assemelham a ambientações de jogos de computador são incorporados juntamente com elementos tecnológicos que traduzem gráficos, colocam em primeiro ou segundo planos determinados assuntos, estabelecem interface com a audiência e com experiências vividas por ela.
Elaine da Silva
Webjornalismo
Semana passada apresentei, junto com a Adriana, Elaine, Jociane, Lívia e Marcos, um trabalho sobre webjornalismo. Estudar as minúcias do webjornalismo me fez refletir além da conta e perceber que foi muito interessante estudar sobre um tema que está em constante evolução. Mesmo não sendo jornalista, gosto muito de saber o que acontece nessa área, com os profissionais e as mudanças que ocorrem a todo o momento.Uma das partes que, particularmente, achei mais interessante nesse trabalho, foi a mudança na maneira com que as notícias vão ao ar na web.
Com base nos textos de João Canavilhas (http://www.ca.ubi.pt/canavilhas/) - Webjornalismo: Considerações gerais sobre jornalismo na web, 2001 e Webjornalismo: Da pirâmide invertida à pirâmide deitada, 2004 - vou desenvolver esse post de hoje.
No início da internet, as agências notícias online somente transportavam as matérias impressas para o mundo virtual. Utilizavam-se da pirâmide invertida (Lead, dados secundários e finais), assim como nas matérias impressas e a interatividade era quase impossível. Os veículos ainda não tinham noção da dimensão que a web poderia dar para as notícias.
Com o tempo, a história de “nós escrevemos, vocês leem” foi ficando ultrapassada. Hoje não é mais necessário esperar dias para se obter uma resposta aos questionamentos feitos aos jornalistas sobre determinada matéria. Os questionamentos que antes eram feitos por correspondência, que demoravam dias para serem respondidos, agora podem ser apresentados e respondidos quase instantaneamente.
A maneira de escrever uma matéria para a web também sofreu alterações. Na realidade, utilizar somente a pirâmide invertida já não é suficiente. Canavilhas defende a utilização da pirâmide deitada, que amplia as possibilidades de conhecimento das pessoas. Em seu último nível de leitura, que abrange Unidade Base (Lead), Nível de Explicação, Nível de Contextualização e Nível de Exploração, a notícia é ligada à arquivos externos, dando ao leitor maior possibilidade de aprofundamento no assunto por meio de inúmeros hiperlinks.
É na perspectiva de aprofundamento “sem limites” que as tecnologias ajudam tanto os leitores, quanto os jornalistas. As matérias são acompanhadas de recursos multimídia – vídeos, fotos, áudio – e há fóruns e debates sobre os diversos assuntos, além da possibilidade de retrospectivas sobre os assuntos de interesse de cada leitor.
O que vemos, hoje em dia, é uma infinidade de assuntos e a chance da liberdade de leitura. Cada leitor monta sua estrada de leitura de acordo com suas expectativas e não perde o “fio da história”.
Cristiane Teixeira
Apagão, Twitter e informação
No último dia 10 de novembro, tivemos uma confirmação. A confirmação de que o Brasil, além de estar em meio a um apagão, fazia parte da nova febre mundial da internet: o Twitter. Na noite do referido dia, a hidrelétrica de Itaipu, em decorrência a uma falha, deixou de fornecer energia a 18 estados brasileiros e ao Paraguai. No momento, ninguém sabia o que estava acontecendo. Os noticiários não sabiam o que havia ocorrido e, mesmo quem soubessem, como informariam? Pela TV? Não, isso não era possível sem energia.Entretanto, no dia do apagão, mais dois novos elementos tiveram destaque e foram importantes na busca e no fornecimento de informação. Aparelhos que funcionam a bateria, como celulares e notebooks, foram acionados e o Twitter acessado. Milhares de pessoas que tinham acesso à internet desta maneira entraram em contato umas com as outras A lista de contatos não era o limite para a informação. Pessoas de todo o Brasil precisariam ir além para saber da verdade.
Neste contexto, o Twitter parece ter passado pelo crivo dos internautas, assim como mais credibilidade. Não é mais o local onde apenas respondemos as perguntas que abrem nossa intimidade. É o lugar onde a troca de informação acaba por determinar o comportamento de pessoas e até mesmo, das empresas.
Desse episódio podemos tirar duas conclusões. A primeira é de que o Twitter traz consigo uma característica do mundo pós-moderno e da comunidade virtual: a instantaneidade. A segunda conclusão é que nos tornamos incapazes de nos desconectar da rede. Mesmo quando aparentemente não há opções para o acesso à internet, a tecnologia surge e nos oferece outras possibilidades de conexão. Dessa forma, o internauta participa ativamente de tudo que acontece na rede e traz para sua vida conhecimentos que são oferecidos no mundo virtual.
Adriana Ferreira
BIBLIOGRAFIA
CAMARGO, Raquel. No dia em que o Brasil parou, o Twitter decolou. Publicado em Weinsider em 12 de novembro de 2009. Disponível em http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/11/12/no-dia-em-que-o-brasil-parou-o-twitter-decolou/ . Acessado em 18/11/09.
CRUZ, Márcia Maria e CARAM, Teresa. O Apagão Midiático. Jornal Estado de Minas / Caderno Pensar, p. 5, em 21 de novembro de 2009.
Internautas discutem pelo Twitter o apagão que atingiu o país. Publicado em Veja em 11 de novembro de 2009. Disponível em http://veja.abril.com.br/noticia/ciencia-tecnologia/internautas-discutem-pelo-twitter-apagao-atingiu-pais-511407.shtml . Acessado em 22/11/09.
Metade da Energia Consumida pelo País deixou de ser distribuída durante Apagão. Matéria publicada no G1 em 11 de novembro de 2009. Disponível em http://g1.globo.com/Noticias/Brasil/0,,MUL1375448-5598,00-METADE+DA+ENERGIA+CONSUMIDA+PELO+PAIS+DEIXOU+DE+SER+DISTRIBUIDA+DURANTE+APA.html. Acessado em 22/11/09.
No apagão radinho e Twitter. Publicado em Jornalistas da Web. Disponível em http://www.jornalistasdaweb.com.br/index.php?pag=displayUsuarioOpiniao&idConteudo=4205 . Acessado em 22/11/09.
PÁDUA, Diana. O Twitter e o Apagão – Considerações sobre o Jornalismo (?) Colaborativo. Publicado no Blog de Diana Pádua em 11 de novembro de 2009. Disponível em http://www.dianapadua.com/blog/o-twitter-e-o-apagao-consideracoes-sobre-o-jornalismo-colaborativo/ . Acessado em 22/11/09.
Twitter vira fonte de informações durante apagão. Disponível em http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/mesmo-sem-luz-twitter-vira-fonte-de-informacoes-em-tempo-real-20091110.html . Acessado em 22/11/09.
Conferência Nacional da Comunicação: o que realmente pode mudar?
A realização da Conferência da Comunicação levantou alguns pontos de discussão no Brasil. Como participante de um seminário sobre o tema, realizado na Região Metropolitana de Belo Horizonte, no último dia 27 e que antecedeu a Conferência de Minas Gerais, farei aqui neste blog algumas considerações a respeito desta proposta de discussão das práticas da comunicação no Brasil.
Na pauta de debates dos municípios da Grande BH, um dos temas tratados foi a crescente presença da Internet no dia a dia da população e os desafios ainda existentes nas práticas de comunicação no país. A abertura de oportunidades para a participação popular no ambiente virtual também esteve entre os assuntos tratados.
A criação de mecanismos para alavancar o acesso à Internet, por exemplo, foi uma das contribuições deixadas por um dos palestrantes, o professor de pós-graduação da Faculdade Casper Líbero, de São Paulo, Sérgio Amadeu. O especialista ressaltou a necessidade de se implantar, prioritariamente, a rede mundial via banda larga em todos os municípios do Brasil.
A liberdade de imprensa na Internet também foi destaque entre as discussões. O tema foi abordado pelo jornalista Paulo Henrique Amorim. Para o profissional, a comunicação no país segue um modelo centralizador, com poucos grupos dominando a produção e veiculação de conteúdos.
Na Conferência Estadual, os temas tratados não fugiram ao que foi discutido pela Região Metropolitana de BH. O site www.proconferencia.org.br noticia os principais assuntos abordados na Assembléia Legislativa de Minas Gerais, entre os dias 13 e 15 de novembro. Em todos os três eixos temáticos (Meios de Produção, Meios de Distribuição e Cidadania: Direito e Deveres) ficou claro o objetivo dos participantes de democratizar a comunicação do Brasil.
No entanto, uma conferência que foi proposta para ser um espaço de busca da convergência de opiniões entre os segmentos empresarial, social e do poder público se mostrou um verdadeiro campo de guerra em Minas Gerais. No último dia de aula da matéria Gestão de Veículos da Comunicação, do curso de pós-graduação “Gestão Estratégica da Comunicação” do IEC, na PUC MG, o professor Mozahir Salomão levantou questões que merecem ser discutidas.
Segundo ele, a definição dos delegados de MG, assim como noticiado no site já mencionado, foi marcada por uma verdadeira falta de consenso. Os grupos minoritários da sociedade fizeram discursos fervorosos para poderem se tornar representantes do segmento social. E, a grande maioria conseguiu o seu objetivo.
Diante dessa realidade me pergunto. A sociedade está pronta para discutir a comunicação no Brasil? A forma como foi definida a representação dos grupos realmente foi funcional? Por que será que na Conferência da Saúde, o público relacionado às áreas afins realmente são aqueles que discutem os problemas do campo de conhecimento e na comunicação isso não acontece? Os interesses reais são quais? E de quem?
Respostas não tenho. Mas acredito que cada sociedade merece a mídia que tem. Torço muito para que a sociedade e o poder público brasileiro reconheçam a importância de se discutir a comunicação no país. Até lá fico feliz por, pelo menos, tentarmos começar a discussão.
Jociane Morais
Jociane Morais
BIBLIOGRAFIA:
http://proconferencia.org.br/textos/noticias/etapa-mineira-encaminha-700-propostas-a-confecom/
A nossa programação de domingo
O programa chefiado por Emilio Surita estreou em 2003 e já está no ar há aproximadamente seis anos, com a versão televisiva. A atração dominical apareceu sem muito alarde e aos poucos foi chamando a atenção do público. Durante esse tempo, houve sucesso total, baixaria com famosos e agora sofre uma notória queda de audiência.
E esse é o “Pânico na TV”. Eles provam a cada domingo que são capazes de qualquer estratégia por audiência. No começo podia soar engraçado atacar aqueles globais intangíveis, que pareciam nunca descer do salto. Agora, os telespectadores podem rejeitar o formato do programa e achar que tudo não passa de agressão.
Dentro da lógica, “o ibope a todo custo”, fica difícil adivinhar o próximo passo desesperado do “Pânico na TV” para manter a fama e ainda fazer alguma piada. O ápice do programa passou e já não é mais a febre de popularidade de antigamente. Perdeu a graça.
No mais, se falta uma boa opção para a televisão aos domingos, resta padecer com a espetacularização da falta de assunto. Outros programas, como Gugu e Faustão, entraram para a história como os mais deprimentes. O “Pânico na TV” agora possui grandes chances de também entrar para esta lista.
Lívia Farnese
domingo, 22 de novembro de 2009
Um dois, testando...
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Logo mais...
Então, como trabalho de uma discplina da pós graduação, eu e minhas fiéis companheiras tivemos que criar esse blog que vai falar sobre mídia. É a primeira experiência do grupo com blog. Vamos ver como vai ser.
As primeiras postagens virão nesse fim de semana...
Aguardem!!!
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